Temporada 2009 do Desbitola começa analisando cinema de João Bennio

Depois do recesso para as celebrações de fim de ano, o Desbitola – Ciclo de Debates do Cinema Goiano está de volta com muitas novidades para 2009. As próximas edições do projeto acontecem no Centro Municipal de Cultura Goiânia Ouro, novamente na última quinta-feira de cada mês. Para começar o ano, o Desbitola exibe o filme O Diabo Mora no Sangue (1968), no dia 29/01, a partir das 19h. A entrada é franca.
O filme, dirigido por Cecil Thiré, é baseado em argumento do produtor, diretor e ator mineiro radicado em Goiás João Bennio. A exibição do filme tem como objetivo a discussão dos caminhos percorridos pelo cinema goiano, e as barreiras e dificuldades enfrentadas pelos cineastas no estado.
“Dinheiro. Falta só dinheiro, falta um pouco mais de compreensão, um pouco mais de ajuda ao homem da terra, ao homem que luta pela arte, que luta pela cultura, que luta pelo cinema no Estado de Goiás. Aqui, nós não temos que abrir passagem, nós temos que dinamitar o caminho.”
João Bennio
(1927-1984)
O Diabo Mora no Sangue provocou polêmica na época de seu lançamento. Trata-se da primeira produção brasileira a discutir o incesto. João Bennio interpreta o protagonista Júlio, pescador solitário que vive em uma pequena cabana às margens do Rio Araguaia com sua irmã, Maria (papel de Ana Maria Magalhães). Júlio criou a irmã desde pequena, mas agora vê despertar nela, já crescida, um desejo sexual ardente e perigoso.
Completam o elenco do longa-metragem nomes como Maria Pompeu, Dinorah Brillanti e Cecil Thiré. Outros destaques da produção são a música do maestro Guerra Peixe e a fotografia do turco Özen Sermet, que valoriza a beleza exuberante do Rio Araguaia. O filme também marca a estréia de Cecil Thiré na direção e de João Bennio na produção.
Em 1968, O Diabo Mora no Sangue foi escolhido pelo Instituto Nacional do Cinema e pelo Ministério das Relações Exteriores para representar o país no Festival Internacional do Cinema, na cidade espanhola de San Sebastian. Contudo, a cópia do filme foi roubada, o que impediu sua exibição. Posteriormente, o longa foi exibido clandestinamente na Europa.
O Diabo Mora no Sangue
Produção de 1968. Direção: Cecil Thiré. Roteiro: Hugo Brockes e Zbigniew Ziembinski, baseado em argumento de João Bennio. Fotografia: Özen Sermet. Música: Guerra Peixe. Elenco: João Bennio, Ana Maria Magalhães, Maria Pompeu, Hugo Brockes, Dinorah Brillanti, Cecil Thiré. Produtora: Bennio Produções Cinematográficas. Duração: 90 minutos.
Sinopse: Júlio (Bennio) é um pescador solitário que divide sua pequena cabana à beira do Rio Araguaia com sua irmã Maria (Ana Maria Magalhães), que ele cria desde menina. Ela agora é mulher feita, mas desconhece até mesmo o sentido de um beijo. Júlio, por sua vez, se contém e procura, rio abaixo, a viúva Rosa, de quem obtém regularmente certos favores. Este equilíbrio é desfeito com a chegada de turistas da cidade, aos quais Júlio serve de guia. Sofrendo toda sorte de provocações, pelo desregramento sexual das mulheres que fazem parte do grupo, o diabo desperta no sangue de Júlio, que se atira para a irmã e é naturalmente aceito, com isto frustrando as pretensões de um outro solitário do rio, o Ferrugem (Brockes), que andava à procura de mulher para casar. Chegando à desdita maior, que é fazer de Maria sua mulher, Júlio se emaranha nos fios de seu destino trágico. Mas ele jamais atingiria a extensão do seu gesto não fosse o feto disforme, produto do amor consangüíneo.
(Ficha técnica retirada do livro “Bennio: da cozinha para a sala escura”, de Beto Leão; páginas 6 e 127)
João Bennio
Considerado por muitos como o pai do teatro goiano, João Bennio (1927-1984), natural de Mutum, Minas Gerais, foi um dos personagens mais inquietantes e participativos do cenário cultural goiano do século passado. Bennio sempre chamou a atenção para a falta de políticas culturais que incentivassem a produção artística dos goianos e, desafiando a falta de apoio, “dinamitou o caminho”, como ele mesmo gostava de colocar, e conseguiu fazer história com as peças que encenou e os filmes que rodou.
Ao longo de quase 30 anos de participação ativa no cenário cultural de Goiás, Bennio deixou registrada sua passagem pelo cinema, teatro, televisão, rádio e imprensa. Sem se deixar abater por causa das dificuldades econômicas e da visão agropecuária predominante em Goiás naquele tempo, e ainda enfrentando a repressão da ditadura militar vigente, Bennio participou de mais de dez filmes, atuando em produções de destaque como Tempo de Violência (dirigido por Hugo Kusnet em 1969) e O Leão do Norte (de Carlos Del Pino, 1973), e dirigindo filmes como Simeão, o Boêmio, de 1969, e O Azarento – Um Homem de Sorte, de 1973.
Para saber mais sobre a carreira e a personalidade de João Bennio, recomendamos o livro “Bennio: da cozinha para a sala escura”, do jornalista Beto Leão (Fundação Cultural Pedro Ludovico Teixeira, 1999), que teve contato com o cineasta na época em que Bennio escrevia crônicas para o Diário da Manhã. Na Internet, os sites www.imdb.com e www.cineminha.uol.com.br têm registros com a filmografia do cineasta.
Com o intuito de discutir a importância do legado de João Bennio para a curta história da cinematografia goiana e também aprofundar a discussão sobre o aspecto estético e as estruturas narrativas de suas obras, o Desbitola vai promover, após a exibição de O Diabo Mora no Sangue, um debate que vai focar na figura de Bennio e em seu papel inovador para a cultura do estado. O debate vai contar com a participação de Lisandro Nogueira, Beto Leão e Hugo Brockes.
O projeto Desbitola é produzido por Alyne Fratari (Frita Filmes), Erasmo Alcântara e Joelma Paes (Fractal Filmes), Marcela Borela (Carcará Produções) e Robney Bruno (Traktana Filmes). Conta com o patrocínio do Sebrae Goiás, parcerias da Caravídeo, Centro Municipal de Cultura Goiânia Ouro e Vidi Well Comunicação, e apoio do Coletivo Centopéia, Tridente Design, 14 Bis e Sociedade Design.
Serviço
Desbitola – Ciclo de Debates do Cinema Goiano
Data e horário: 29/01/2009, às 19h
Local: Centro Municipal de Cultura Goiânia Ouro
Rua 3, esq. c/ rua 9, Centro
Entrada Franca
Em cartaz: O Diabo Mora no Sangue, direção de Cecil Thiré e argumento de João Bennio
Mais informações:
Assessoria de Imprensa – Túlio Moreira (tulioimprensa@gmail.com / (62) 9963-8604)
Fractal Filmes – desbitola@gmail.com / www.coletivocentopeia.com.br/fractalfilmes
Desbitola Especial de Aniversário debate JOSÉ PETRILLO
O projeto Desbitola – Ciclo de Dabates do Cinema Goiano, completa neste novembro de 2008 um ano de realização e para comemorar esta edição especial, serão exibidos três curtas-metragens de um dos nomes mais importantes da história da produção cinematográfica em Goiás: José Petrillo. O público terá a oportunidade de assistir “A Primitiva Arte de Tecer em Goiás” (1983), curta sobre as fiandeiras do interior do Estado, “Areia, Cajazinho e Alfenim” (1982), uma homenagem ao trabalho artístico de Goiandira do Couto, Marcillon e Silvia Curado, e “Cavalhadas de Pirenópolis” (1978), curta-metragem em 35mm premiado com o Troféu Candango no 11º Festival do Cinema Brasileiro de Brasília, e o mais famoso dos documentários de Petrillo.
Depois de seis edições no cine Cultura, o projeto volta este mês ao lugar de origem, o Cine Goiânia Ouro. Sempre nas últimas segundas feiras de cada mês o Desbitola nasceu com o objetivo de aumentar o espaço de exibição dos filmes produzidos no estado e principalmente de incentivar o debate, a discussão e a reflexão em torno das produções cinematográficas goianas.
Ganhador de importantes prêmios nacionais por produções de cinema e propaganda, José Petrillo foi um batalhador pelo reconhecimento do cinema goiano em nível nacional, tendo formado toda uma geração de diretores e fotógrafos de cinema, que, trabalhando e convivendo com ele foram tomando gosto e aprendendo a técnica do cinema e do vídeo. Faleceu no dia 21 de agosto de 2000, aos 82 anos, três meses depois de ter sido homenageado no FICA – Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental , na cidade de Goiás, onde um dos prêmios recebe o seu nome.
Nascido em Ouro Preto (MG), no dia 3 de março de 1918, Petrillo veio para Goiânia em 1963, fundando aqui a Truca – Cinema Arte e Propaganda, em 1966. A Truca exerceu forte influência no cinema goiano. Em 1970, fundiu-se à Telecine de Euclides Nery, nascendo desse casamento a Makro Filmes, que se transformaria na maior produtora do Centro-Oeste na época, produzindo filmes institucionais e de ficção e documentários para cinema. Um dos primeiros filmes produzidos por José Petrillo foi “O Dia Marcado”, dirigido por Iberê Cavalcanti em 1970. Três anos após, produziu “O Leão do Norte”, de Carlos Del Pino, rodado em Pirenópolis. Em 1974, foi responsável pela produção de “A Lenda de Ubirajara”, dirigido por André Luiz de Oliveira na Ilha do Bananal e ganhador do prêmio de melhor trilha sonora no Festival de Cinema do Rio de Janeiro. José Petrilo fez praticamente tudo à frente e atrás das câmeras. Dirigiu centenas de comerciais, produziu um sem número de documentários e conquistou várias premiações. O projeto Desbitola conta com o apoio do Sebrae/GO, da
Caravídeo Locadora, da Secretaria Municipal de Cultura, do Coletivo Centopéia, Sociedade Design, Icumam, Centro de Estudo e Pesquisa Ciranda da Arte, Trident Design e 14 Bis. A produção do evento está sendo realizada por cinco realizadores goianos: Marcela Borela (Carcará Filmes), Alyne Fratari (Frita Filmes), Joelma Paes e Erasmo Alcântara (Fractal Filmes) e Robney Bruno (Traktana Filmes).
SERVIÇO
Desbitola – Ciclo de Debates do Cinema Goiano
Data: 24 de novembro de 2008
Local: Cine Goiânia Ouro- Rua 3 c/ Rua 9, Centro. Goiânia – Goiás.
Horário: 20 horas
ENTRADA FRANCA
Termina a 3ª Mostra de Cinema e Direitos Humanos
Terminou na noite da última quinta-feira, 06 de novembro, a 3ª edição da Mostra de Cinema e Direitos Humanos na América do Sul, realizada em Goiânia desde o dia 30 de outubro.
Foram exibidos 50 filmes, em 21 sessões, além de debates diários que focaram questões como moradia, gênero, indígena, inclusão de pessoas com necessidades especiais, segurança pública, etc. Destaque para a sessão especial de audiodescrição do filme “Os Esquecidos”, de Luís Buñuel, para pessoas com deficiência visual. Os demais espectadores acompanharam o filme vendados.
Mais de 1900 pessoas participaram da mostra, colocando Goiânia em destaque em relação às outras 11 capitais que também receberam a 3ª edição da Mostra de Cinema e Direitos Humanos, nas quais a média de público foi de pouco mais de 1000 pessoas. “A intenção para o próximo ano é ampliar a participação de 12 para 16 cidades” afirmou o ministro Paulo de Tarso Vannuchi, da Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República, na cerimônia de abertura da Mostra, no Cine Goiânia Ouro. Quase todos os que participaram de pelo menos uma das sessões realizadas levou para casa o catálogo da Mostra, e em todas as seções foram sorteados kits contendo bolsa, camiseta, catálogo, bloco de anotações, lápis e imã de geladeira personalizados.
Foram feitas sessões especiais para estudantes dos ensinos fundamental e médio da rede pública de ensino, formando público para o cinema. Muitos nunca haviam ido ao cinema anteriormente. Outro destaque foi a votação do júri popular. O filme brasileiro contemporâneo mais bem avaliado em todas as 12 sedes da Mostra receberá o Prêmio Aquisição do Canal Brasil.
A curadoria da 3ª Mostra de Cinema e Direitos Humanos foi feita pelo cineasta Francisco César Filho, a coordenação de produção foi feita por Rafael Sampaio, a produção de filmes de Luanda Baldijão, produção de Fernando Azevedo e assistência de coordenação de Huila Gomes.
A mostra é uma realização da Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República, produção da Cinemateca Brasileira e SESC São Paulo, patrocinio da Petrobrás, apoio do Ministério das Relações Exteriores, TV Brasil, Associação Amigos da Cinemateca. A Mostra contou com apoio local da Prefeitura de Goiânia, Centro Cultural Goiânia Ouro, Secretaria Estadual de Educação, SEMIRA, Assembléia Legistativa do Estado de Goiás e Comissão de Direitos Humanos e Orçamento Participativo da Assembléia Legislativa. A produção local é feita pela Olho Comunicação Estratégica e Fractal Filmes.
Visite o site oficial da 3ª Mostra de Cinema e Direitos Humanos.
Participou da mostra? Comente! Envie suas sugestões para aperfeiçoar a próxima edição.
Subjetivo no Perro Loco 2
O curta-metragem “Subjetivo” será exibido na Mostra Paralela da 2ª edição do Perro Loco – Festival de Cinema Universitário Latino-Americano. A sessão será realizada à partir das 12h de sexta-feira, 07 de novembro de 2008, no Cine-UFG.
Também como parte da programação do Festival, a Fractal Filmes ministrará oficina de Produção Audiovisual com Mídias Portáteis, entre os dias 06 e 08 de novembro. As vagas estão esgotadas. Mais informações no site do festival.
SERVIÇO:
Exibição de Subjetivo
Data: 07/11/2008
Horário: 12h
Local: Cine UFG – Universidade Federal de Goiás – Campus 2
Informações: http://www.perroloco.com.br/programacao.php#sexta
10º Desbitola debate a linguagem cinematográfica
O Desbitola de outubro debaterá três curtas realizados por integrantes da produção do próprio Desbitola. Fazem parte da programação Sexodrama, dirigido por Alyne Fratari e realizado pela turma do primeiro Curso de Cinema promovido pelo Icumam, em 2006; Subjetivo, de Erasmo Alcântara e uma produção da Fractal Filmes; e Um Morto na Sala, de Robney Bruno. O debatedor convidado para esta edição é Carlos Cipriano, coordenador dos cursos superiores de Fotografia e Imagem e Produção Publicitária, além da Pós-Graduação em Cinema da Faculdade Cambury.
O objetivo desta edição é focar a discussão na linguagem cinematográfica. Os realizadores do Desbitola desejam ver o projeto contribuir para o amadurecimento do nosso conhecimento da linguagem cinematográfica, saindo um pouco dos vícios da discussão de políticas e bastidores da produção cinematográfica. Percebemos a dificuldade em problematizar os curtas que têm sido produzidos em Goiás na presença de seus realizadores. Além do constrangimento pela presença do realizador, a falta de um ambiente de constante reflexão interfere na nossa compreensão da linguagem, nos impedindo de avançar no amadurecimento estético do cinema goiano.
Como resultado, resolvemos colocar nossos próprios filmes contra a parede, estimulando o público a pensar as características – e os problemas – dos filmes que temos produzidos. A intenção é construir e manter para o cinema goiano níveis de exigência que o contextualizem com a produção cinematográfica nacional. É notória a existência de dois pesos e duas medidas na avaliação do cinema goiano em relação ao cinema produzido em grandes centros. Sem ignorar as particularidades de cada região, queremos ver o cinema goiano amadurecer a passos largos, e ocupar lugar de destaque na cinematografia nacional. Acreditamos que seja para isso que temos trabalhado, e que não podemos almejar algo menor. Dependemos disso para começar a fomentar um mercado cinematográfico em Goiás. E precisamos desse mercado funcionando vigorosamente para seguirmos realizando nossos projetos e construindo a nossa memória.
Como de costume, ao final do debate serão sorteados os filmes debatidos. O Desbitola acontece na última segunda-feira de cada mês, e é hoje o principal espaço de debate da produção audiovisual goiana. O projeto é uma realização da Fractal Filmes, Traktana Filmes, Carcará Produções e Frita Filmes, com apoio da Caravídeo Locadora, Sebrae Goiás, Governo do Estado de Goiás, Agepel, Coletivo Centopéia, Sociedade Design, Icumam, Ciranda da Arte, 14 Bis e Trident Design.
Divulgue e participe do Desbitola.
SERVIÇO
Desbitola – Ciclo de Debates do Cinema Goiano
Data: 27 de outubro de 2008
Local: Cine Cultura – Praça Cívica, nº 2, Centro. Goiânia – Goiás.
Horário: 20 horas
ENTRADA FRANCA
Fractal Filmes na 3ª Mostra de Cinema e Direitos Humanos
A Fractal Filmes está participando da produção da 3ª Mostra de Cinema e Direitos Humanos, realizada pela Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República, com produção da Cinemateca Brasileira e do SESC São Paulo, patrocínio da Petrobrás, e apoio do Ministério das Relações Exteriores e da TV Brasil.
A mostra será realizada entre os dias 06 de outubro e 06 de novembro, em 12 capitais: Belém, Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Fortaleza, Goiânia, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, São Paulo, Salvador e Teresina.
Em Goiânia, que participa da Mostra pela primeira vez, o evento será realizado entre os dias 30 de outubro e 06 de novembro, no Cine Goiânia Ouro, com o apoio da Comissão de Direitos Humanos da Assembléia Legislativa do Estado de Goiás e realização da Olho Comunicação.
A edição deste ano celebra os 60 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos. A programação inclui filmes latino-americanos e debates sobre temas como o Estatuto da Criança e do Adolescente, questões indígenas, direito à moradia, polícia e sociedade. Na abertura, estará presente o cineasta argentino Marcelo Céspedes, que desenvolve seus trabalhos pelo Cine Ojo.
Entre os filmes, destacam-se Amapô e Território vermelho, de Kiko Goifman; Palace II, de Fernando Meirelles e Kátia Lund; Bem Vigiado, de Santiago Dellape; Cavalão, de Sandra Kogut; Couro de gato, de Joaquim Pedro de Andrade; Deserto Feliz, de Paulo Caldas; Dia de Festa, de Toni Venturi e Pablo Georgieff; Os esquecidos, de Luis Buñuel, em versão especial para deficientes visuais; H.I.J.O.S., a alma em dois, de Carmen Guarini e Marcelo Céspedes; J., de Eduardo Escorel; Jonas, só mais um, de Jeferson De; e Juízo, de Maria Augusta Ramos.
Mais informações no site oficial da Mostra e no tópico do evento neste blog.
SERVIÇO:
Mostra de Cinema e Direitos Humanos
Data: 30 de outubro a 06 de novembro de 2008
Horário: a partir das 15 horas
Local: Cine Goiânia Ouro – Rua 3, esq. com Rua 9, Centro. Goiânia.
Informações: 3541 5960
ENTRADA GRATUITA
Subjetivo no Cine Gate’s
Selecionado para a 3ª Edição do Cine Gate’s, o curta-metragem Subjetivo será exibido no próximo dia 30 de outubro, à partir das 21 horas.
O objetivo do festival é promover a obra audiovisual de curta-metragem e proporcionar uma maior reflexão sobre o gênero, buscando aprimorar o intercâmbio entre a produção brasiliense e nacional. Sempre após as sessões competitivas haverá debate com os realizadores dos curtas-metragens apresentados na noite.
As sessões são semanais, sempre às quintas-feiras, à partir das 21 horas.
O Gate’s Pub fica localizado na SCLS 403, Bloco B, Loja 34, Brasília, DF.
Fractal Filmes ministra oficina de Mídias Portáteis no Pensar 2008

A Fractal Filmes ministrou oficina de Produção Audiovisual com Mídias Portáteis em um dos congressos de educação mais importantes do país, o Pensar, realizado pela Organização Jaime Câmara.
Ficamos felizes em constatar que nossa oficina foi uma das 3 mais procuradas do evento, lotando uma sala com mais de 120 professores das redes particular e pública de ensino. O fato demonstra o grande interesse que o assunto vem despertando nas escolas – o que trataremos com mais detalhes em breve, em uma análise da nossa participação no Seminário de Mídias na Escola, promovido pela Secretaria de Educação do Estado de Goiás.
Como consequência do interesse despertado pelo trabalho, alguns professores solicitaram autorização para ingressar no já iniciado curso de cinema que ministramos no Centro de Estudo e Pesquisa Ciranda da Arte.
Na oficina, pudemos realizar uma produtiva reflexão acerca da presença da tecnologia no ambiente escolar. Os professores exercitaram o olhar, captando imagens através de câmeras de bolso, em todo o ambiente do congresso. Por fim, demonstraram grande interesse em dominar softwares de edição de vídeo, atentos às possibilidades de desenvolvimento de atividades junto a seus alunos.
Mais informações sobre o Pensar, no portal do Congresso.
Deixe um comentário
Deixe um comentário
Deixe um comentário





